A mulher do meu primo - minha prima por tabela - é a única gravidinha que eu conheço. Mais nenhuma amiga está barriguda. Ela mora em Salvador, mas tem sido uma linda e sempre manda notícias. Ela está 7 semanas na frente.
Hoje, ao responder seu e-mail, consegui definir com algum humor a minha condição atual:
Estou parecendo o próprio bebê que vou ter: só como, durmo, faço xixi e
regurgito!
É amigos, foi assim o final de semana inteiro.
A boa notícia é que vai passar, garantem as mães experientes.
A esta altura boa parte dos meus amigos já sabe da gravidez, embora eu tenha guardado segredo. É que o amado não se contém: conta pra qualquer um que ligue pra nossa casa!
Eu queria evitar porque abortos espontâneos são comuns no primeiro trimestre, e ainda estamos na sétima semana. Imagina o baixo-astral que é ter que contar pra todo mundo que não, a gravidez não foi adiante. A boa notícia é que acabei de saber que 97% das gravidezes prosseguem normalmente depois que o ultrassom confirma os batimentos cardíacos saudáveis do embrião. Essa informação está registrada no laudo do ultrassom que fizemos na terça passada, o que me deixa muito, muito feliz!
É lógico que ainda tem muito chão pela frente - muita coisa precisa ser confirmada até termos certeza de que o bebê é totalmente normal. Mas já é incrível saber que os riscos de um aborto espontâneo nessa fase inicial são pequenos.
Essas preocupações preparam a gente para ser mãe. Hoje eu entendo um pouco melhor a minha.