segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Se a gravidez do Gergelim tivesse um Executivo de Relações Públicas, essa pessoa seria seu papai. A maior parte dos amigos que estão a par da barriga ficou sabendo através dele. Nada mais justo que uma coluna do grávido mais orgulhoso do pedaço aqui no Matryoshka! Com vocês...

SER PAI É...

A paternidade é um sentimento que cresce a cada dia. Paralelamente à gravidez da minha mulher, pouco a pouco vou me dando conta de que a coisa é mesmo pra valer. Ver o Gergelim na ultra-sonografia foi uma grande emoção, e pensar que eu tive algo a ver com isso fez com que eu me sentisse o homem mais poderoso do mundo.

É importante que se diga que nós homens também passamos por um turbilhão de emoções ao longo da gravidez e, como li no artigo enviado hoje pelo meu amor, até mesmo desenvolvemos hormônios femininos que nos ajudam a criar melhor o bebê.

(E antes que algum engraçadinho sugira algo, devo dizer que a amamentação, conforme o já previamente combinado, ficará a cargo da mãe. Tenho certeza de que Gergelim me agradecerá por isso no futuro, minhas mamas (especialmente agora, sem malhar) são diminutas e, além do mais, leite com pêlo não deve ser lá muito legal.)

Mas sim, as emoções afloram o tempo todo, um misto de alegria, embevecimento, incredulidade e preocupação que se alternam ao longo do dia. De noite sonho bastante, em especial com diferentes membros da família em situações diversas. A última foi com um dos avôs: nos encontrávamos em Paris em um beco (vai saber...), na frente de um sebo de livros. Eu ficava tentando discutir literatura e ele só ria e me dizia que estava muito feliz.

Todos estão muito derretidos e contentes com essa gravidez e isso, para mim, é uma alegria a mais. Agora... que ninguém se engane: apesar da forte concorrência o troféu de homem mais babão da cidade é meu e ninguém tasca. E tenho dito.